Monitor de mercado: Visão geral sobre a Índia

É previsto um aumento de 13% nos gastos com viagens até 2022.

Monitor de mercado: Visão geral sobre a Índia

 

É previsto um aumento de 13% nos gastos com viagens até 2022.

O mercado de viagens corporativas da Índia valia quase US$ 17 bilhões (aproximadamente 1,1 trilhão de rupias indianas) em 2017, segundo análise feita pela BCD Travel a partir dos dados da Tourism Economics. Os viajantes domésticos representam a metade dos gastos, e aqueles que se destinam ao exterior representam um terço. A sólida economia indiana sustentou uma alta média nos gastos com viagens de quase 11% ao ano de 2012 a 2017. Espera-se um crescimento anual médio de 13% até 2022, com uma alta anual de 14% nas viagens domésticas e de 11% naquelas com origem ou destino no exterior.

Ambiente econômico

Crescimento econômico e gastos com viagens corporativas

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  • De uma economia agrícola, a Índia tornou-se um mercado de serviços, em grande parte sem passar por um período significativo de industrialização.
  • Sua economia cresceu 7,9% em 2016, mas um desaquecimento do comércio global, o persistente obstáculo de um esforço de desmonetização do governo no mesmo ano e a introdução de um imposto sobre bens e serviços fizeram o crescimento se reduzir para 6,2% em 2017.
  • Em 2018, estima-se que o país cresça 7,5% com a recuperação dos gastos dos consumidores a partir do choque da desmonetização, com o já notado aumento nos investimentos das empresas privadas e com a aplicação governamental de mais recursos em infraestrutura. A política de desmonetização, o novo imposto sobre bens e serviços e iniciativas como pagamentos digitais de impostos aumentaram a receita estatal para projetos públicos.

Setor aéreo

Viagens internacionais

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  • As viagens aéreas internacionais que têm a Índia como origem ou destino aumentaram em média 8% ao ano entre 2012 e 2017. O crescimento nas viagens foi impulsionado por projetos de investimento em infraestrutura, por políticas de visto benéficas para o turismo (como a ampliação do visto eletrônico de turismo para 150 países) e pela mobilidade da crescente classe média do país. Economistas estimam que as viagens internacionais perderão impulso entre 2018 e 2022, baixando para 6% ao ano.
  • Os Emirados Árabes Unidos são o destino internacional mais buscado por viajantes indianos, representando 13% das partidas atuais e podendo chegar a 15% até 2022.
  • As companhias aéreas de baixo custo contam com 66% de participação no mercado de voos domésticos, de acordo com a Direção Geral de Aviação Civil da Índia. A IndiGo domina o cenário com 40% do mercado. GoAir, SpiceJet e AirAsia India são outras importantes companhias de baixo custo.

Hospedagem

Demanda hoteleira

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  • A Indian Hotels Company Ltd. (IHCL), empresa de hospitalidade do Tata Group, é a maior rede hoteleira da Índia, com 125 estabelecimentos. Seu principal negócio é o Taj Hotels, com 83 hotéis que incluem a marca de luxo Taj, a sofisticada Vivanta by Taj e a de alto padrão The Gateway. A IHCL também está expandindo rapidamente sua linha econômica Ginger Hotels.
  • Radisson Hotel Group, Louvre Hotels Group e Marriott competem pelo segundo lugar no mercado. Wyndham e Steigenberger estão entre as redes internacionais com planos de expansão na Índia.
  • Segundo a Oxford Economics, a demanda por acomodações de hotel aumentou quase 40% entre 2012 e 2017. Os viajantes internacionais foram o grande motor desse crescimento, com uma procura de pernoites 60% superior.
  • O vigor da demanda irá gerar uma alta nas tarifas hoteleiras de 3% a 5% em 2018, de acordo com a Previsão de Mercado para 2018.

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