Monitor de mercado: visão geral sobre a África do Sul

Ambiente econômico A África do Sul é rica em recursos naturais, sendo a mineração uma importante atividade exportadora, embora em redução. O setor de serviços impulsionou o crescimento durante a última década e representa hoje 70% do produto interno bruto do país. A fraca demanda doméstica levou a um crescimento de apenas 0,3% em 2016, o pior resultado da África do Sul desde 2009. Os economistas esperam melhorias neste ano, prevendo uma expansão de 1% em 2017 e de 2% até 2019 devido à inflação moderada, alta nos preços das commodities e maior rendimento agrícola. Mas a continuidade das incertezas …

Ambiente econômico

A África do Sul é rica em recursos naturais, sendo a mineração uma importante atividade exportadora, embora em redução. O setor de serviços impulsionou o crescimento durante a última década e representa hoje 70% do produto interno bruto do país.

A fraca demanda doméstica levou a um crescimento de apenas 0,3% em 2016, o pior resultado da África do Sul desde 2009. Os economistas esperam melhorias neste ano, prevendo uma expansão de 1% em 2017 e de 2% até 2019 devido à inflação moderada, alta nos preços das commodities e maior rendimento agrícola. Mas a continuidade das incertezas políticas poderia reduzir as expectativas de investimento empresarial e melhora na economia.

Viagens

As viagens internacionais cresceram menos de 2% ao ano entre 2010 e 2016. Ainda que a chegada de estrangeiros tenha aumentado 4% anualmente, a saída de sul-africanos caiu 2,5% por ano nesse período. Segundo as previsões da Oxford Economics, o crescimento total de viagens irá acelerar 6% ao ano até 2020, com um aumento no número de chegadas e partidas a taxas similares.

Juntos, África do Sul e os seis países com os quais possui fronteira representam 69% do fluxo de entrada e 62% do fluxo de saída de viajantes. O Reino Unido é o maior mercado sul-africano de viagens de longa distância, mas os EUA estão se tornando uma fonte cada vez mais importante de turistas.

As empresas gastaram US$ 9 bilhões em viagens em 2016. As viagens domésticas representam 58% de todos os gastos. Entre 2010 e 2016, os gastos totais cresceram 8% ao ano em média. Os economistas do setor esperam que essa taxa de crescimento continue até 2020, mas com uma mudança: as viagens internacionais substituirão as domésticas como principal fonte de expansão.

Setor aéreo

Juntas, a companhia aérea estatal South African Airways (SAA), a regional SA Express e a de baixo custo Mango operam pelo menos metade dos voos que partem dos seis aeroportos mais movimentados da África do Sul. Dificuldades financeiras poderiam levar a reestruturações e fusões nessas três empresas. A principal concorrente é a Comair, que opera voos franqueados para a British Airways e serviços de baixo custo sob a marca Kulula. A FlySafair proporciona aos viajantes domésticos uma terceira alternativa de baixo custo e, em breve, poderá se unir à FastJet, companhia do mesmo nicho de mercado e que está se estabelecendo no país.

Com essas expansões, o excesso de capacidade já está afetando o mercado aéreo sul-africano. O número de passageiros domésticos cresceu 6% em 2016, mas os assentos disponíveis tiveram uma alta de 12%. Esse ambiente na competição dificulta que as companhias aéreas aumentem o preço de suas passagens, especialmente com a lenta economia enfraquecendo a demanda.

Hospedagem

Com mais de 80 hotéis, o Tsogo Sun é a maior rede do país. Seu portfólio abrange marcas de luxo, serviço completo, serviços selecionados e econômicas. O Marriott se estabeleceu como a segunda maior rede após a aquisição da marca Protea em 2014, o que ampliou seu portfólio para 74 estabelecimentos. Pelo Protea, o Marriott oferece hospedagem em mais de 30 cidades de todas as nove províncias sul-africanas. Embora a maioria dos estabelecimentos seja de categoria intermediária superior, seu portfólio inclui 11 hotéis de alta categoria, operados principalmente pela submarca African Pride do Protea.

Best Western, Carlson Rezidor e IHG também estão presentes no país, mas cada uma dessas redes opera menos de dez estabelecimentos. Redes locais menores como Peermont Hotels, Newmark Hotels e BON Hotels oferecem alternativas de hospedagem em algumas importantes cidades.

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