Os gastos com viagens corporativas devem crescer 6,6% por ano até 2023.

Em 2018, as empresas gastaram mais de US$ 24 bilhões (90 bilhões de reais) em viagens de negócios para dentro e fora do Brasil. Viagens domésticas representam 44% de todos os gastos; viagens internacionais de ida e volta representam 37%. Menos de um quinto é gasto por viajantes corporativos que vêm de fora visitar o Brasil. Em média, entre 2013 e 2018, os gatos com viagens corporativas subiram 8% por ano. Mas esse período de cinco anos foi marcado por altos e baixos nos gastos com viagens corporativas; flutuações causadas pelo desempenho econômico desnivelado do Brasil e mudanças bruscas na valoração das moedas. A Oxford Economics espera que os gastos com viagens corporativas se expandam a um ritmo mais lento de 6,6% ao ano até 2023, com os viajantes brasileiros continuando a estimular o crescimento.

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Crescimento econômico e gastos com viagens de negócios

  • O Brasil é a maior economia da América do Sul. Seu produto interno bruto, de US$ 1,9 trilhão, é quatro vezes maior que o PIB da Argentina, o segundo colocado.
  • É a nona maior economia do mundo, situada entre a Itália e o Canadá na classificação global do Fundo Monetário Internacional.
  • Indústrias e riquezas minerais alimentam o comércio. A atividade econômica está concentrada no sudeste, particularmente no estado de São Paulo.
  • A economia do Brasil cresceu pouco mais de um ponto percentual em 2017 e 2018. Isso apresenta uma melhoria em comparação a 2015 e 2016, quando a economia encolheu mais de 3%.
  • A Oxford Economics espera um crescimento econômico de 2,3% em 2019. O crescimento poderia ser ainda maior se um aumento mais lento que o esperado nas taxas de juros dos EUA mantivesse os custos de empréstimo no Brasil baixos; as reformas do governo estimulam o retorno de investidores estrangeiros e a reserva de capacidade permite que a economia cresça sem aumentar a inflação.
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Viagens internacionais

  • Em média, as viagens aéreas cresceram 3,9% ao ano entre 2013 e 2018, com as viagens internacionais passando de 15 milhões para mais de 18 milhões. Brasileiros viajando representam cerca de 60% das viagens internacionais noturnas.
  • Até 2023, o crescimento das viagens internacionais deverá diminuir para 3,3% ao ano. As chegadas levarão à expansão.
  • A Argentina é o mercado de chegada mais importante do Brasil, representando 39% das visitas em 2018. Essa parcela deverá cair para 29% até 2023.
  • Os EUA são o destino mais procurado entre os brasileiros: um quinto dos viajantes vai aos EUA, e espera-se que a demanda aumente 5% por ano até 2023.
  • Quatro companhias aéreas representam 94% dos voos que partem dos 10 maiores mercados de viagens aéreas do Brasil: as transportadoras de baixo custo GOL e Azul Linhas Aéreas, grupo latino-americano LATAM e a extinta companhia aérea regional Avianca Brasil. A Avianca Brasil encontrava-se com a menor fatia de participação de mercado (11%) e encerrou suas operações há alguns meses.
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Demanda por hotel

  • A demanda por hotéis cresceu mais de 11% entre 2013 e 2018, aumentando para quase 500 milhões de diárias.
  • Os viajantes domésticos representam 90% da demanda, mas as reservas dos viajantes internacionais estão aumentando. A Argentina representou 27% da demanda internacional por quartos de hotel em 2018.
  • Hotéis foram abertos em ritmo acelerado antes da Copa do Mundo da FIFA de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Desde então, o excesso de oferta fez com que a diária média caísse, particularmente no Rio de Janeiro.
  • Com mais de 300 hotéis no seu portfólio, a AccorHotels é, de longe, a maior cadeia do Brasil. Sua rival mais próxima é a Choice Hotels, com apenas 63 propriedades. A Nobile Hotéis é a principal rede local, operando 31 hotéis em todo o país, principalmente nos segmentos de classe média-alta.
  • A Previsão de mercado da BCD Travel antevê que as ADRs vão de 0% a 2% em 2019.
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